Categoria: Editoriais e artigos
11/02/2016

E-mail marketing

Aqui na Gdss23 Studios acreditamos que o e-mail marketing é uma poderosa ferramenta para divulgação de sua empresa, desde que bem utilizada. Inclusive, devido às nossas experiências diárias, criamos um artigo com os sete pecados capitais do e-mail marketing, pois observamos que muitos clientes deixam de usar seu banco de e-mails por não atingir os resultados esperados.
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25/01/2016

Porque contratar consultoria e assessoria para Facebook

Atualmente, pequenas, médias e grandes empresas querem estar nas redes sociais porque os clientes passam cada vez mais tempo nelas em detrimento de outras mídias tradicionais, principalmente a televisão, quando ela não é vista enquanto acessam outras redes pelo celular.
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07/04/2015

Gestão de Google AdWords

O Google AdWords é uma ferramenta que permite que seus anúncios apareçam nas pesquisas do Google, mas também apareça em sites de parceiros do Google e até mesmo portais e outros canais onde seu cliente em potencial possa estar.


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19/11/2013

Por que sua empresa precisa da Internet?

Resenha crítica baseada no texto “Por que você precisa da Internet?”, de José Roberto Martins
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15/11/2013

Porque o Whatssap não vende anúncios?

 Brian Acton e Jan Koum

Brian Acton e Jan Koum

Logo Whatssap
Logotipo do aplicativo Whatssap

 

O aplicativo foi lançado em 2009 por Brian Acton e Jan Koum. Conforme mencionam, trabalharam durante aproximadamente 20 anos no conhecido portal Yahoo! antes da criação da própria empresa, onde contribuíram para que o buscador e portal alcançasse milhões (e até bilhões) de acessos e assim “galgar” anunciantes. Quando desenvolveram o aplicativo de mensagens decidiram não utilizar o espaço para a mesma façanha. A seguir discutiremos o conteúdo do post “Why we don’t sell ads” (disponível na home do aplicativo, em inglês).

O post inicia falando sobre o poder das ferramentas que as empresas (principalmente grandes empresas como o Google, Facebook) traçam o perfil dos consumidores na rede e mediante estas informações vendem espaços aos anunciantes (pequenas, médias e grandes empresas). Contam que quando decidiram criar uma nova empresa, não queriam vender o mesmo serviço que o Yahoo! vendia. Então montaram uma estratégia para cobrar diretamente o serviço dos usuários, e usar os recursos para administrar o negócio, ou seja, pagar o pessoal que atualiza e mantém o aplicativo funcionando. É possível então baixar o Whatssap em diversos sistemas operacionais: Android, Blackberry OS, iOS, Symbian, Windows Phone e Nokia a 0,99 de dólar/ano.

O sucesso do aplicativo é visível, e tende a aumentar a cada ano, à medida que as pessoas vão trocando antigos aparelhos celulares por smartphones (até o fechamento deste post saiu a informação de que só neste último semestre de 2013 as vendas do aparelho subiram 55% em todo o mundo segundo a Gardner consultoria) e conforme a internet chega a mais lugares.

No post de Koum (ele é quem escreve faz o post em nome dos dois) não apenas justificam por cobrarem o serviço; exaltam as vantagens de utilizar o aplicativo (“encurtar o caminho para uma vida melhor” – tradução livre) e fazem duras críticas à publicidade. Alegam que as pessoas não querem ver um anúncio, não dormem e acordam pensando em ver publicidade. E vão além nas críticas negativas:

“Publicidade não é apenas o rompimento da estética , são insultos à sua inteligência e à interrupção de sua linha de pensamento. Em cada empresa que vende anúncios, uma parcela significativa de sua equipe de engenharia gasta o seu dia para ajustar data mining , escrever um código melhor para coletar todos os seus dados pessoais , atualizar os servidores que possuem todos os dados e ter certeza que tudo está sendo registrado e corrigido, além de cortados e embalados e enviados para fora … E no final do dia, o resultado de tudo isso é um banner publicitário ligeiramente diferente no seu navegador ou na tela do celular.”

Logo após, eles afirmam que o consumidor é o “produto” das empresas. Esta afirmação é até interessante, pois mostra que do ponto de vista das empresas o consumidor é o seu bem de consumo, mas é claro que o contrário também ocorre. Quando finalizam o post alegando que só estão interessados em vender um serviço e que outra alternativa seria promover espaço publicitário, algo não muito agradável para eles, podemos extrair duas conclusões: ou simplesmente queriam expressar publicamente esta opinião pra que as pessoas (e principalmente empresas) não ficassem atormentando a todo momento ou então resolveram chutar o balde e alegarem que a publicidade que fizeram durante vinte anos não compensou, pelo menos da forma como faziam. Não fizeram questão de mencionar aspectos positivos da publicidade, principalmente porque esta é a ferramenta pela qual um empreendimento, produto ou serviço (inclusive o deles, de um jeito ou de outro) se torna conhecido e confiável, através de uma estrutura preocupada com a cultura de um produto, e que o conhecimento do usuário tem tornado a cada dia a boa propaganda mais diretiva e assertiva.

A conclusão que chegamos é que o post “Why we don’t sell ads” é esclarecedor e ao mesmo tempo crítico. Os fundadores Brian Acton e Jan Koum justificam o não-uso de anúncios, falando negativamente dos mecanismos que utilizam análise de perfil na internet e da publicidade neste meio. Por isso então acrescentamos também outro ponto de vista, para que a publicidade não seja vista apenas do ponto de vista “maléfico” ou “intruso”. Assim como o cliente pode ser o “produto” das empresas, os produtos fazem parte das necessidades do cliente, e é por meio da publicidade (formal ou informal) que chegam até ele.

Referências:

http://blog.whatsapp.com/index.php/2012/06/why-we-dont-sell-ads/

http://pt.wikipedia.org/wiki/WhatsApp

Imagens: Internet